Laboratório de Experimentação Animal (LEA)

Resumo

O Laboratório de Experimentação Animal (está localizado dentro do Campus I da UNIG alocado no prédio XX).

O conceito do laboratório envolve uma abordagem multidisciplinar com conhecimento do modelo animal e suas necessidades etológicas espécie específicas com ênfase em modelos experimentais em cardiometabolismo imunofarmacologia envelhecimento, emprego de biomateriais bem como delineamento experimental e análise estatística dos resultados experimentais Para atender à essas necessidades, pessoas que realizam, participam, supervisionam procedimentos experimentais em animais, ou cuidam de animais de laboratório, devem receber treinamento, com programas voltados à implementação dos 3 Rs e promoção do bem estar dos animais de laboratório, garantindo assim a qualidade e reprodutibilidade de experimentos com benefícios éticos, científicos e econômicos

Utilização

Os interessados em utilizar o Biotério devem submeter o respectivo projeto à Comissão de Ética em Uso de Animais (da UNIG Após aprovação pela CEUA, é necessário que assinem o Termo de Compromisso, concordando com os princípios éticos e de experimentação animal do LEA.

Nome do coordenador: Aluana Santana Carlos
Bióloga responsável: Marli Amaro
Email: lab.expanimal@campus1.unig.br
Docentes que atuam no laboratório:
Joana D’ Avila , Rodrigo de Azeredo Siqueira, Andre Costa Ferreira, Marcelo José Uzeda , Rodrigo Cardoso, Suelen Cristina, Mônica Dalmácio , Aluana Santana

  1. ESTUDO DA SITAGLIPTINA E PIOGLITAZONA SOBRE FUNÇÃO PANCREÁTICA EM RATOS ESPONTANEAMENTE HIPERTENSOS
    ALIMENTADOS COM DIETA HIPERLIPIDICA
  2. EFEITOS DA ROSUVASTATINA E RAMIPRIL SOBRE PARÂMETROS CARDIOMETABÓLICOS EM RATOS ESPONTANEAMENTE
    HIPERTENSOS ALIMENTADOS COM DIETA HIPERLIPIDICA
  3. AVALIAÇÃO HISTOLÓGICA DESCRITIVA DA RESPOSTA INFLAMATÓRIA DE BIOMATERIAIS DA LINHA EMERVEL® UTILIZADOS PARA
    PREENCHIMENTO FACIAL EM SUBCUTÂNEO DE CAMUNDONGOS
  4. AVALIAÇÃO HISTOMORFOMÉTRICA SEMI QUANTITATIVA SEGUNDO A NORMA ISO 10993 6 DE BIOMATERIAIS DA LINHA
    EMERVEL®UTILIZADOS PARA PREENCHIMENTO FACIAL EM SUBCUTÂNEO DE CAMUNDONGOS
  5. ESTUDO IN VIVO PARA AVALIAÇÃO HISTOMORFOMÉTRICA SEMI QUANTITATIVA DOS DIFERENTES BIOMATERIAIS DA LINHA
    PRINCESS® UTILIZADOS PARA PREENCHIMENTO FACIAL
  6. ESTUDO IN VIVO PARA AVALIAÇÃO HISTOMORFOMÉTRICA SEMI QUANTITATIVA DOS DIFERENTES BIOMATERIAIS DA LINHA
    PRINCESS®UTILIZADOS PARA PREENCHIMENTO FACIAL
  7. AVALIAÇÃO MACROSCÓPICA DO PADRÃO DE ABSORÇÃO DE BIOMATERIAIS DA LINHA EMERVEL® UTILIZADOS PARA
    PREENCHIMENTO FACIAL EM SUBCUTÂNEO DE CAMUNDONGOS
  8. AVALIAÇÃO MACROSCÓPICA DO PADRÃO DE ABSORÇÃO DE BIOMATERIAIS DA LINHA RENNOVA® UTILIZADOS PARA
    PREENCHIMENTO FACIAL EM SUBCUTÂNEO DE CAMUNDONGOS
  9. AVALIAÇÃO DOS EFEITOS DO JEJUM INTERMITENTE NA INFLAMAÇÃO INTESTINAL E DA PRODUÇÃO DE CITOCINAS PRÓ
    INFLAMATÓRIAS EM MODELO ANIMAL EXPERIMENTAL ALIMENTADOS COM DIETA HIPERLIPÍDICA
  10. AVALIAÇÃO DOS EFEITOS DA DIETA HIPERLIPIDICA ASSOCIADA AO JEJUM INTERMITENTE E AO EXERCÍCIO FÍSICO NO PROCESSO
    METABÓLICO RENAL
  11. ESTUDO SINÉRGICO ENTRE SEMAGLUTIDA E A BUPROPIONA NA SÍNDROME METÓBLICA AVALIAÇÃO SOBRE ALTERAÇÕES
    METABÓLICAS E COMPORTAMENTAIS EM CAMUNDONGOS

Desenvolvido pela Sociedade Brasileira de Ciências de Animais de Laboratório (SBCAL), anteriormente denominada Colégio Brasileiro de Experimentação Animal, COBEA www.cobea.org.br


ARTIGO I
Todas as pessoas que pratiquem a experimentação biológica devem tomar consciência de que o animal é
dotado de sensibilidade, de memória e que sofre sem poder escapar a dor;


ARTIGO II
O experimentador é, moralmente responsável por suas escolhas e por seus atos na experimentação animal;


ARTIGO III
Procedimentos que envolvam animais devem prever e se desenvolver considerando se sua relevância para
a saúde humana o animal, a aquisição de conhecimentos ou o bem da sociedade;


ARTIGO IV
Os animais selecionados para um experimento devem ser de espécie e qualidade apropriadas a apresentar
boas condições de saúde, utilizando se o número mínimo necessário para se obter resultados válidos. Ter em mente a
utilização de métodos alternativos tais como modelos matemáticos, simulação por computador e sistemas
biológicos “In


ARTIGO V
É imperativo que se utilizem os animais de maneira adequada, incluindo ai evitar o desconforto, angústia e
dor. Os investigadores devem considerar que os processos determinantes de dor ou angústia em seres humanos
causam o mesmo em outras espécies, a não ser que o contrário tenha se demonstrado;


ARTIGO VI
Todos os procedimentos com animais, que possam causar dor ou angústia, precisam se desenvolver com
sedação, analgesia ou anestesia adequadas. Atos cirúrgicos ou outros atos dolorosos não podem se realizados em
animais não anestesiados e que estejam apenas paralisados por agentes químicos e/ou físicos;


ARTIGO VII
Os animais que sofram dor ou angústia intensa ou crônica, que não possam se aliviar e os que não serão
utilizados devem ser sacrificados por método indolor e que não cause estresse;


ARTIGO VIII
O uso de animais em procedimentos didáticos e experimentais pressupõe a disponibilidade de
alojamento que proporcione condições de vida adequada às espécies, contribuindo para sua saúde e conforto. O
transporte, a acomodação, a alimentação e os cuidados com os animais criados ou usados para fins biomédicos devem
ser dispensados por técnico qualificado;


ARTIGO IX
Os investigadores e funcionários devem ter qualificação e experiência adequadas para exercer
procedimentos em animais vivos. Deve se criar condições para seu treinamento no trabalho, incluindo aspectos de
trato e uso humanitário dos animais de laboratório

Órgãos de pesquisa

Logo da Comissão de Ética no Uso de Animais (CEUA)
Comissão de Ética no Uso de Animais (CEUA)
Logo da Coordenação de Pesquisa (COPE)
Coordenação de Pesquisa (COPE)
Logo do Programa de Iniciação Científica (PIC)
Programa de Iniciação Científica (PIC)
Logo do Grupo de Pesquisa em Saúde e Envelhecimento (GPqSE)
Grupo de Pesquisa em Saúde e Envelhecimento (GPqSE)